Entre solistas e compositores
Todos sabem que o Fluminense é um time de jogadores decisivos mesclados com os que compõem o time. Vamos chamar de solistas, os decisivos e o que sobrar de compositores. Futebol é momento e a crítica de hoje pode ser o elogio de amanhã e vice-versa. Então vamos aos solistas tricolores: Cavalieri, Gum, Carlinhos, Jean, Deco, Fred e Nem. Esses são os jogadores que não tem substitutos à altura. Até os pássaros que cagam no meu quintal sabem disso...
O futebol muda a cada instante e surge a pergunta: como pode um compositor se tornar um solista? Posso responder a isso com outra pergunta: como pode um jogador alcançar resultados diferentes, fazendo sempre as mesmas coisas? Realmente não tem como. Agora se dedicar mais, qualquer um pode. Ninguém segura um jogador quando ele é o primeiro a chegar e o último a sair.
A estratégia básica do jogo é substituir os jogadores de pior rendimento e anular o ponto forte do adversário. Essa é mais velha do que andar pra frente... Porém no decorrer das partidas e no clima quente dos jogos, as vezes essa estratégia acaba ficando de lado. Uma vez observei o Wellington Nem comentar ao ser substituído: poxa professor... E realmente ele tinha razão pois era o melhor do Flu em campo, sem contar que tinha uns tres camaradas abusando do direito de jogar mal.
O Fluminense não pode recuar tanto no segundo tempo, como tem feito. Jogar entrincheirado na defesa não dá certo. Corrigir isso é um dos desafios para os próximos jogos. Vale destacar o excelente trabalho do Abel no comando do time, um técnico que fala a linguagem dos jogadores e sabe motivar o grupo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário